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Brasil cria 121,3 mil empregos formais em setembro, mas contratações perdem ritmo

Novo Caged aponta 121.305 vagas líquidas em setembro, 43,5% abaixo do resultado de igual mês de 2025.

Distribuição de carteiras de trabalho na Agência do Trabalhador, Brasília, em maio de 2007. Fotografia de arquivo, ilustrativa do emprego no Brasil.

Imagem de arquivo. Brasília, Dia do Trabalho em 2007. Marcello Casal Jr. / Agência Brasil, Wikimedia Commons (CC BY 3.0 BR).

O Brasil registrou saldo positivo de 121.305 empregos com carteira assinada em setembro de 2026, conforme os dados do Novo Caged divulgados nesta quarta-feira (4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo resulta de cerca de 2,21 milhões de admissões e 2,09 milhões de desligamentos.

Saldo positivo, mas desaceleração expressiva

Apesar das novas vagas, o número foi 43,5% inferior ao observado em setembro de 2025, quando foram abertas aproximadamente 214,6 mil posições. Na comparação com agosto, o saldo também diminuiu. O resultado sinaliza perda de velocidade na geração de postos formais.

De janeiro a setembro, o país acumulou aproximadamente 1,25 milhão de novos vínculos. O estoque total alcançou cerca de 48,36 milhões de empregos com carteira assinada.

Quais setores contrataram mais?

Os serviços lideraram o resultado mensal, com 81.241 empregos líquidos. Na sequência vieram indústria, com 19.285; comércio, com 15.697; e construção, com 9.468. A agropecuária apresentou saldo negativo de 4.381 postos.

O salário médio real de admissão foi de R$ 2.429,41. O indicador retrata a remuneração média de quem foi admitido no período, não o salário de todos os trabalhadores ocupados.

Fonte: Agência Brasil / Agência Gov. Reportagem original FandNews, com base nas informações divulgadas em 4 de novembro de 2026.

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