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ONU alerta para riscos aos jornalistas após 189 mortes em dois anos

Em pronunciamento no Dia Internacional pelo Fim da Impunidade, António Guterres cobra proteção à imprensa e responsabilização por crimes.

Mesa de redação ilustrando a seção Opinião e Análises.

FandNews | Publicado em 3 de novembro de 2026.

As Nações Unidas reforçaram, no Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes Contra Jornalistas, a necessidade de proteger profissionais da imprensa e de investigar ataques cometidos contra eles. A mensagem foi divulgada na segunda-feira, 2 de novembro, em meio a conflitos que expõem repórteres a riscos extremos.

Segundo os dados citados pela ONU, 189 jornalistas foram mortos no mundo ao longo de 2024 e 2025. Grande parte dos casos ocorreu em zonas de guerra, onde a combinação de bombardeios, drones e dificuldades de identificação torna mais perigosa a cobertura independente.

O secretário-geral António Guterres salientou que jornalistas enfrentam um custo elevado por informar a sociedade. Organizações da categoria pedem que as investigações não se limitem a identificar executores, mas também apurem responsabilidades de quem planejou e ordenou os crimes.

A liberdade de imprensa é uma condição importante para a fiscalização do poder público e para o direito da população de receber informação confiável. A impunidade pode estimular novas ameaças e reduzir a presença de repórteres justamente em regiões onde a cobertura jornalística se torna mais necessária.

Fonte: Agência Brasil e Nações Unidas. Conteúdo próprio elaborado a partir de informações das fontes citadas.

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