Uma decisão da Justiça do Trabalho determinou o pagamento de pensão mensal de um salário mínimo a um caseiro de 56 anos que, segundo investigação do Ministério Público do Trabalho, viveu 28 anos em condições análogas à escravidão em uma propriedade do Distrito Federal.
O MPT afirma que o trabalhador também teve seu nome usado para registrar participações em cinco empresas ligadas aos empregadores, sem conhecer as atividades societárias. A decisão prevê o bloqueio de até R$ 324,2 mil em ativos de quatro pessoas e proíbe novos usos indevidos dos dados do caseiro.
O processo também envolve pedidos de indenização e pagamento de direitos trabalhistas. O caso chama a atenção para a combinação de exploração laboral e possível fraude patrimonial, questões ainda sujeitas aos desdobramentos judiciais.
Fonte: Notícia original e informações de referência. Fato divulgado em 30/10/2026; atualização editorial em 31/10/2026.




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