Um manifesto divulgado por 50 economistas e especialistas reacendeu o debate sobre a condução da política fiscal brasileira após as eleições de 2026. O documento, repercutido neste sábado (31), critica propostas de redução de despesas sociais como instrumento central de estabilização das contas públicas.
Os signatários defendem rever o arcabouço fiscal, antecipar a tributação das altas rendas e modificar a meta de inflação. Também argumentam que o custo dos juros é um componente decisivo da trajetória da dívida pública e pedem que a política monetária considere seus efeitos sobre emprego, famílias e empresas.
Trata-se de uma proposta dos autores do manifesto, não de uma decisão do governo. O debate envolve escolhas distributivas e diferentes avaliações sobre os riscos fiscais, o controle da inflação e os efeitos macroeconômicos de cortes de gastos.
Fonte: Reportagem e dados originais. Atualização editorial: 31/10/2026.




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