Moscou afirma que acordos amplos de segurança exigirão interlocução europeia, mas diz não ter recebido propostas formais.
O Kremlin afirmou nesta sexta-feira, 6 de novembro de 2026, que países europeus precisarão participar em algum momento das discussões sobre garantias de segurança para a Ucrânia e sobre a arquitetura de segurança continental. A posição foi apresentada pelo porta-voz Dmitry Peskov, segundo a Reuters.
As declarações ocorreram após reuniões em Bruxelas com representantes dos Estados Unidos, da Ucrânia, da Otan e de parceiros europeus. O governo russo sustenta que ainda não recebeu propostas dos governos europeus e criticou a falta de definição de uma representação comum.
A inclusão de representantes europeus nas conversas pode ser relevante para compromissos de defesa, monitoramento e reconstrução no pós-guerra. Isso, contudo, não equivale a um acordo sobre cessar-fogo, territórios ou garantias de segurança, temas que continuam controversos.
As negociações previstas para a próxima semana devem ser acompanhadas com atenção às posições oficiais de Kiev, Moscou e dos governos europeus.
Fontes e contexto
Fonte principal: reportagem original. Publicação consultada em 6 de novembro de 2026.
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