O Governo Central, que reúne Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central na estatística fiscal, registrou superávit primário de R$ 4,8 bilhões em setembro de 2026, segundo dados divulgados pelo Tesouro nesta quinta-feira (29).
No mesmo mês do ano anterior, as contas haviam apresentado déficit de R$ 14,4 bilhões. Na comparação real, a receita líquida cresceu 13,6%, enquanto as despesas subiram 2,4%.
O desempenho teve influência de receitas ligadas à atividade petrolífera, Imposto de Renda e devolução extraordinária de recursos de precatórios cancelados. Essa composição importa para avaliar quanto do resultado pode ser reproduzido em meses seguintes.
O saldo primário considera receitas e despesas não financeiras, antes dos juros da dívida. Um superávit mensal não significa, isoladamente, redução automática do estoque total de dívida pública.
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