EDIÇÃO DIGITAL Brasil · Política · Economia · Mundo

Notícias de política, economia e atualidades

Brasil · FandNews

Assédio eleitoral no trabalho cresce 75% após segundo turno, informa Ministério Público

MPT recebeu 1.459 novas denúncias desde o início da semana; pressão ou perseguição de trabalhadores por voto é ilegal.

Evento institucional do TSE sobre urnas eletrônicas em maio de 2026; imagem de arquivo, não documenta violência eleitoral

Imagem de arquivo/ilustrativa: Alejandro Zambrana / TSE. Domínio público marcado. Wikimedia Commons.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) informou nesta quinta-feira (29) que recebeu 1.459 novas denúncias de assédio eleitoral desde a segunda-feira, dia seguinte ao segundo turno. O salto supera 75% em relação ao volume existente até a manhã de segunda e leva o total de 2026 a aproximadamente 3.396 registros.

São Paulo lidera as notificações no levantamento citado, seguido de Minas Gerais e Paraná. As comunicações não equivalem, por si só, a uma quantidade igual de crimes comprovados: cada caso exige apuração, documentos e avaliação individual.

O assédio eleitoral pode ocorrer quando empregadores ou superiores constrangem trabalhadores a apoiar determinada candidatura, ameaçam demissões ou aplicam represálias por convicções políticas. A Constituição e a legislação trabalhista vedam discriminação no acesso e na manutenção do emprego.

O Tribunal Superior do Trabalho alertou para consequências legais aos empregadores responsabilizados. Trabalhadores afetados podem buscar o MPT, sindicatos ou assistência jurídica, documentando ameaças e mensagens, e não devem ser expostos publicamente por sua escolha eleitoral.

Fonte e contexto

Informações verificadas em publicação original de Agência Brasil, consultada em 29 de outubro de 2026. Texto do FandNews com redação própria.

Foto de arquivo de evento institucional relacionado às urnas eletrônicas; não registra os episódios denunciados. Alejandro Zambrana/TSE, via Wikimedia Commons.

Encontrou algum erro ou informação desatualizada? Consulte nossa política de correções.

Leia também